250 gramas de macarrão (espaguete ou talharim); 2 1/2 litros de água; 1 colher (sopa) de sal; 1 colher (café) de azeite de oliva. Para o molho: 1/2 kg de peixe de carne firme (badejo, cação, bacalhau fresco etc.) limpo e cortado em cubinhos; suco de meio limão; 1 pitada de pimenta moída; 2 colheres (sopa) de azeite de oliva; 2 dentes de alho picados; 1 abobrinha média cortada em palitos fininhos; 2 tabletes de caldo de legumes.
Tempere o peixe com o limão e a pimenta. Aqueça 2 colheres (Sopa) de azeite em uma panela e doure o alho. Junte o peixe e deixe dourar, mexendo delicadamente. Acrescente a abobrinha e a cenoura, os tabletes de caldo esfarelados e meia xícara (chá) de água. Deixe cozinhar até que os legumes estejam macios. Enquanto isso, cozinhe o macarrão em 2 1/2 litros de água fervente com o sal e o azeite. Quando estiver al dente (veja o tempo na embalagem), escorra e coloque em uma travessa. Despeje o molho de peixe por cima, misture e sirva.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Uvas carameladas
1/2 kg de uvas tipo Itália, 200 gramas de açúcar; 250 gramas de água; óleo para untar; folhas de uva para decorar (opcional).
Lave e escorra as uvas. Com ajuda de uma tesourinha, retire-as do cacho, mas deixando um cabinho em cada uma. Prepare o caramelo, levando ao fogo o açúcar em uma panelinha e deixando dourar. Junte então a água e deixe ferver até formar uma calda de caramelo grossa. Unte a pia com óleo. Quando o caramelo amornar, passe nele as uvas, segurando-as pelo cabinho. Coloque as uvas sobre a pia untada até endurecer e esfriar. Arrume as folhas em torno de um prato grande (tipo prato de bolo) e coloque no centro as uvas.
Lave e escorra as uvas. Com ajuda de uma tesourinha, retire-as do cacho, mas deixando um cabinho em cada uma. Prepare o caramelo, levando ao fogo o açúcar em uma panelinha e deixando dourar. Junte então a água e deixe ferver até formar uma calda de caramelo grossa. Unte a pia com óleo. Quando o caramelo amornar, passe nele as uvas, segurando-as pelo cabinho. Coloque as uvas sobre a pia untada até endurecer e esfriar. Arrume as folhas em torno de um prato grande (tipo prato de bolo) e coloque no centro as uvas.
COMO PREPARAR : Requeijão cremoso caseiro
1/2 litro de leite; 4 colheres (sopa) de maisena; 1 lata de creme de leite sem o soro; 1 pedaço de queijo (prato, minas, ou outro); 1/2 colher (sopa) de sal. Cuidado: o sal varia de acordo com o tipo de queijo usado. Queijos fortes como gorgonzola ou parmesão só devem ser usados como "tempero", em pequenas quantidades, ao lado de queijos mais suaves.
Em uma panelinha, coloque o leite frio, a maisena e o sal. Misture bem e leve ao fogo, mexendo sempre, até formar um mingau. Deixe esfriar. Acrescente o creme de leite e o queijo ralado ou bem picado. Bata tudo no liqüidificador por 15 minutos. Guarde em um pote de vidro esterilizado e tampado. Mantenha na geladeira e use por até 5 dias. Pode-se usar um só tipo de queijo, ou vários. O sabor final, mais forte ou mais suave, vai depender do queijo usado.
Em uma panelinha, coloque o leite frio, a maisena e o sal. Misture bem e leve ao fogo, mexendo sempre, até formar um mingau. Deixe esfriar. Acrescente o creme de leite e o queijo ralado ou bem picado. Bata tudo no liqüidificador por 15 minutos. Guarde em um pote de vidro esterilizado e tampado. Mantenha na geladeira e use por até 5 dias. Pode-se usar um só tipo de queijo, ou vários. O sabor final, mais forte ou mais suave, vai depender do queijo usado.
Peixe Assado Recheado
INGREDIENTES >
1 peixe de 1 1/4 kg (use um de carne branca e firme, como a cavala ou o robalo),
limpo mas com a cauda e a cabeça;
5 colheres (sopa) de manteiga;
1/2 xícara (chá) de cebola picada;
1 1/2 xícara (chá) de farinha de rosca;
2 colheres (sopa) de salsinha picada;
2 colheres (sopa) de leite;
2 filés de anchova em conserva,
escorridos e bem picados;
1/2 colher (chá) de raspa de limão;
1 colher (chá) de sálvia fresca esfarelada; sal e pimenta-do-reino moída a gosto;
1 dente de alho amassado;
1 xícara (chá) de vinho tinto seco misturado com 1/3 de xícara (chá) de suco de laranja.
MODO DE PREPARO:
Derreta 3 colheres (sopa) de manteiga e nela frite as cebolas sem dourar. Transfira para uma tigela grande e junte a farinha de rosca, salsinha, leite, anchovas, raspas de limão, sálvia, sal e pimenta. Misture e reserve. Aqueça o forno a 180 graus (médio). Esfregue o alho em uma travessa refratária rasa, do tamanho do peixe. Unte a travessa com 1 colher de manteiga (amolecida). Lave e enxugue bem o peixe. Recheie com a mistura de farinha de rosca e temperos e costure a abertura. Tempere o peixe com sal e pimenta, unte com o restante da manteiga. Coloque-o na travessa e despeje por cima o vinho com suco de laranja. Asse na grade na altura média por 30 a 40 minutos, regando a cada 10 minutos com a mistura de vinho. Sirva na mesma travessa na qual assou o peixe.
1 peixe de 1 1/4 kg (use um de carne branca e firme, como a cavala ou o robalo),
limpo mas com a cauda e a cabeça;
5 colheres (sopa) de manteiga;
1/2 xícara (chá) de cebola picada;
1 1/2 xícara (chá) de farinha de rosca;
2 colheres (sopa) de salsinha picada;
2 colheres (sopa) de leite;
2 filés de anchova em conserva,
escorridos e bem picados;
1/2 colher (chá) de raspa de limão;
1 colher (chá) de sálvia fresca esfarelada; sal e pimenta-do-reino moída a gosto;
1 dente de alho amassado;
1 xícara (chá) de vinho tinto seco misturado com 1/3 de xícara (chá) de suco de laranja.
MODO DE PREPARO:
Derreta 3 colheres (sopa) de manteiga e nela frite as cebolas sem dourar. Transfira para uma tigela grande e junte a farinha de rosca, salsinha, leite, anchovas, raspas de limão, sálvia, sal e pimenta. Misture e reserve. Aqueça o forno a 180 graus (médio). Esfregue o alho em uma travessa refratária rasa, do tamanho do peixe. Unte a travessa com 1 colher de manteiga (amolecida). Lave e enxugue bem o peixe. Recheie com a mistura de farinha de rosca e temperos e costure a abertura. Tempere o peixe com sal e pimenta, unte com o restante da manteiga. Coloque-o na travessa e despeje por cima o vinho com suco de laranja. Asse na grade na altura média por 30 a 40 minutos, regando a cada 10 minutos com a mistura de vinho. Sirva na mesma travessa na qual assou o peixe.
VOCÊ JÁ COMEU O SIRI MOLE...
Posso estar errado, mas pelo que vejo por aqui e por ai, muita gente não conhece, ou se conhece nunca comeu, o tal do siri mole. Mas que bicho é esse afinal?
Imagine aquele prato, e o siri ali, com a mesma cara que sempre teve, a diferença é que você o come com exoesqueleto e tudo!!! Na verdade sem ele, ou melhor, com o exoesqueleto mole...certo, fui perguntar pra quem entende.
Segundo o pescador José Antonio dos Santos, da Ilha da Crôa, o siri mole é a mudança da “casca” do animal, como acontece com outros bichos, a cobra, por exemplo, e que isso ocorre na maré viva, uma maré um tanto mais alta que a maré alta normal, ligada ao período da lua cheia (?).
Fui pegar uma segunda opinião na Federação das Associações de Pescadores do estado, onde conheci a bióloga Rosário Furia, ela me disse que é isso mesmo, o bicho cresce, engorda, e se livra da “casca” anterior, formando uma maior, pra que ele possa crescer ali dentro, e que forçam esse processo em cativeiro, dando muita comida pros siris.
Disse também que não existe periodicidade, a da lua, como disse o José Antonio, e que não há nenhuma restrição na legislação ambiental quanto à pesca do siri mole, mas que na opinião dela deveriam acabar com a coleta de fêmeas, estipulando também um tamanho mínimo para a pesca de siris.
Seja como for, é muito bom, um pouco estranho à primeira vista, mas livre-se dos preconceitos e meta o garfo.
TEXTO DE : Marcelo Cabral · Maceió (AL)
FONTE : http://www.overmundo.com.br/guia/o-siri-mole
COMO PREPARAR O SIRI MOLE...
Salada verde e Panelinha de siri mole
Salada:
1 maço de alface crespa;
1 maço de alface americana;
1 maço de escarola frise;
120 gramas de queijo coalho;
1 vidro de palmito.
Molho:
1 colher (sopa) de cachaça;
suco de 1 limão;
1 colher (sopa) de mel;
3 colheres (sopa) de azeite;
sal à gosto.
Panelinha:
100g carne de siri;
1/2 cebola;
1/2 pimentão amarelo;
1 tomate maduro;
sal,
coentro,
azeite de dendê e pimenta calabresa à gosto.
COMO PREPARAR :
Prepare primeiro a salada, lavando e separando as folhas em local fresco. Corte o queijo coalho em cubinhos e desfie o palmito. Misture todos ingredientes do molho. Em uma saladeira, arrume primeiro as folhas e, sobre elas, espalhe os cubinhos de queijo e o palmito desfiado. Deixe para regar com o molho na hora de servir (ou sirva o molho à parte). Para preparar a panelinha de siri mole, passe a cebola, a pimenta e o tomate no processador. Refogue tudo no azeite de dendê e acrescente a carne de siri. Tempere com sal, coentro e a pimenta. Deixe cozinhar até apurar e encorpar bem.
Imagine aquele prato, e o siri ali, com a mesma cara que sempre teve, a diferença é que você o come com exoesqueleto e tudo!!! Na verdade sem ele, ou melhor, com o exoesqueleto mole...certo, fui perguntar pra quem entende.
Segundo o pescador José Antonio dos Santos, da Ilha da Crôa, o siri mole é a mudança da “casca” do animal, como acontece com outros bichos, a cobra, por exemplo, e que isso ocorre na maré viva, uma maré um tanto mais alta que a maré alta normal, ligada ao período da lua cheia (?).
Fui pegar uma segunda opinião na Federação das Associações de Pescadores do estado, onde conheci a bióloga Rosário Furia, ela me disse que é isso mesmo, o bicho cresce, engorda, e se livra da “casca” anterior, formando uma maior, pra que ele possa crescer ali dentro, e que forçam esse processo em cativeiro, dando muita comida pros siris.
Disse também que não existe periodicidade, a da lua, como disse o José Antonio, e que não há nenhuma restrição na legislação ambiental quanto à pesca do siri mole, mas que na opinião dela deveriam acabar com a coleta de fêmeas, estipulando também um tamanho mínimo para a pesca de siris.
Seja como for, é muito bom, um pouco estranho à primeira vista, mas livre-se dos preconceitos e meta o garfo.
TEXTO DE : Marcelo Cabral · Maceió (AL)
FONTE : http://www.overmundo.com.br/guia/o-siri-mole
COMO PREPARAR O SIRI MOLE...
Salada verde e Panelinha de siri mole
Salada:
1 maço de alface crespa;
1 maço de alface americana;
1 maço de escarola frise;
120 gramas de queijo coalho;
1 vidro de palmito.
Molho:
1 colher (sopa) de cachaça;
suco de 1 limão;
1 colher (sopa) de mel;
3 colheres (sopa) de azeite;
sal à gosto.
Panelinha:
100g carne de siri;
1/2 cebola;
1/2 pimentão amarelo;
1 tomate maduro;
sal,
coentro,
azeite de dendê e pimenta calabresa à gosto.
COMO PREPARAR :
Prepare primeiro a salada, lavando e separando as folhas em local fresco. Corte o queijo coalho em cubinhos e desfie o palmito. Misture todos ingredientes do molho. Em uma saladeira, arrume primeiro as folhas e, sobre elas, espalhe os cubinhos de queijo e o palmito desfiado. Deixe para regar com o molho na hora de servir (ou sirva o molho à parte). Para preparar a panelinha de siri mole, passe a cebola, a pimenta e o tomate no processador. Refogue tudo no azeite de dendê e acrescente a carne de siri. Tempere com sal, coentro e a pimenta. Deixe cozinhar até apurar e encorpar bem.
HISTORIA DA CULINARIA CAIÇARA...
A culinária da Bahia mais conhecida (embora não a mais consumida) é aquela produzida no Recôncavo e em todo o litoral da Bahia — praticamente composta de pratos de origem africana, diferenciados pelo tempero mais forte à base de azeite de dendê, leite de coco, gengibre, pimenta de várias qualidades e muitos outros que não são utilizados nos demais estados do Brasil. Essa culinária, porém, não chega a representar 30% do que seus habitantes consomem diariamente. As iguarias dessa vertente africana da culinária estão reservadas, pela tradição e hábitos locais, às sextas-feiras e às comemorações de datas institucionais, religiosas ou familiares. No dia a dia, o baiano alimenta-se dos pratos herdados da vertente portuguesa, englobados no que se costuma chamar de "culinária sertaneja". São receitas que não levam o dendê e demais ingredientes típicos de origem africana, como ensopados, guisados e várias iguarias encontradas também nos outros estados, embora com toques evidentemente regionais (a utilização mais ou menos acentuada de determinados temperos numa dada receita, por exemplo). A predominância, no imaginário do brasileiro e nos meios de comunicação, da culinária "afro-baiana", deve-se muito ao fato de Salvador, a capital da Bahia, situar-se no litoral do Recôncavo, o que confere maior poder de divulgação para o saboroso legado africano da culinária regional.
Ambas vertentes da culinária baiana, no entanto, ainda são praticadas de forma bastante espontâneas, carecendo de procedimentos mais sistemáticos de pesquisa e desenvolvimento. Há muita resistência a tentativas de estudos e aprimoramentos da comida legada por portugueses e africanos. Existem poucos chefs de cozinha dedicados à culinária da Bahia. Procedimentos mais coerentes com a moderna cozinha, contudo, já começam a aparecer, de forma esparsa, através de cozinheiros e cozinheiras mais informados das modernas técnicas gastronômicas, apontando perspectivas mais dinâmicas para a cozinha baiana. A primeira consequência dessas poucas iniciativas é o aparecimento de novas receitas, mais elaboradas, ainda mantendo fortes ligações com as matrizes portuguesa e africana mas incorporando também bases da culinária de outros países, principalmente aqueles banhados pelo Mediterrâneo.
Na Bahia existem duas maneiras de se preparar os pratos "afros". Uma mais simples, sem muito tempero, que é feita nos terreiros de candomblé para serem oferecidos aos Orixás, e a outra, fora dos terreiros, onde as comidas são preparadas e vendidas pela baiana do acarajé e nos restaurantes, e nas residências, que são mais carregadas no tempero e mais saborosas.
Diz Afrânio Peixoto, historiógrafo, em seu livro "Breviário da Bahia", que " a Bahia é um feliz consórcio do melhor de Portugal - a sobremesa e a preferência pelos pescados, e da Costa da África - o óleo de dendê, com outros temperos e condimentos, e pimenta, muita pimenta benzendo tudo. (…) Pouca coisa do índio, que não tinha quase cozinha."
Pratos típicos
Abará
Aberém
Arroz de hauçá
Mocotó
Acaçá
Acarajé
Carne de sol assada
Caruru
Efó
Feijão de leite
Galinha de cabidela
Maniçoba
Mininico de carneiro
Moqueca de aratú
Moqueca de peixe
Moqueca de camarão
Moqueca de maturi
Moqueca de mapé
Moqueca de petitinga
Muganga
Sarapatel
Sarrabulho de vaca
Siri mole
Vatapá
Xinxim de galinha
Zembê
Sobremesas
Arroz doce
Baba-de-moça
Beiju
Bolinho de estudante
Canjica
Cocada
Cuscuz
Lelê
Munguzá
Pamonha
Pé-de-moleque
Quindim
Tapioca
FONTE : http://pt.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_da_Bahia
Ambas vertentes da culinária baiana, no entanto, ainda são praticadas de forma bastante espontâneas, carecendo de procedimentos mais sistemáticos de pesquisa e desenvolvimento. Há muita resistência a tentativas de estudos e aprimoramentos da comida legada por portugueses e africanos. Existem poucos chefs de cozinha dedicados à culinária da Bahia. Procedimentos mais coerentes com a moderna cozinha, contudo, já começam a aparecer, de forma esparsa, através de cozinheiros e cozinheiras mais informados das modernas técnicas gastronômicas, apontando perspectivas mais dinâmicas para a cozinha baiana. A primeira consequência dessas poucas iniciativas é o aparecimento de novas receitas, mais elaboradas, ainda mantendo fortes ligações com as matrizes portuguesa e africana mas incorporando também bases da culinária de outros países, principalmente aqueles banhados pelo Mediterrâneo.
Na Bahia existem duas maneiras de se preparar os pratos "afros". Uma mais simples, sem muito tempero, que é feita nos terreiros de candomblé para serem oferecidos aos Orixás, e a outra, fora dos terreiros, onde as comidas são preparadas e vendidas pela baiana do acarajé e nos restaurantes, e nas residências, que são mais carregadas no tempero e mais saborosas.
Diz Afrânio Peixoto, historiógrafo, em seu livro "Breviário da Bahia", que " a Bahia é um feliz consórcio do melhor de Portugal - a sobremesa e a preferência pelos pescados, e da Costa da África - o óleo de dendê, com outros temperos e condimentos, e pimenta, muita pimenta benzendo tudo. (…) Pouca coisa do índio, que não tinha quase cozinha."
Pratos típicos
Abará
Aberém
Arroz de hauçá
Mocotó
Acaçá
Acarajé
Carne de sol assada
Caruru
Efó
Feijão de leite
Galinha de cabidela
Maniçoba
Mininico de carneiro
Moqueca de aratú
Moqueca de peixe
Moqueca de camarão
Moqueca de maturi
Moqueca de mapé
Moqueca de petitinga
Muganga
Sarapatel
Sarrabulho de vaca
Siri mole
Vatapá
Xinxim de galinha
Zembê
Sobremesas
Arroz doce
Baba-de-moça
Beiju
Bolinho de estudante
Canjica
Cocada
Cuscuz
Lelê
Munguzá
Pamonha
Pé-de-moleque
Quindim
Tapioca
FONTE : http://pt.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_da_Bahia
PEIXADA A BRASILEIRA
Peixada à Brasileira
Ingredientes:
2 postas de garoupa, cioba ou dourado
Sobras de peixe (cabeça, calda e espinha) para o caldo
Água
2 Tomates
1 Cebola grande
Cebola seca granulada
1 Pimentão
Coloral
Coentro
Cebolinha
Sal
Farinha (para o pirão)
A receita serve duas pessoas.
Modo de Preparo:
Coloque as sobras de peixe em uma panela grande junto com os tomates, a cebola e o coentro picados, a cebola seca, a cebolinha, o pimentão cortado em pedaços, um pouco de coloral, água e sal a gosto. Quando a mistura estiver fervendo é hora de separar 150 ml do caldo para iniciar o pirão mexido. Enquanto isto, as postas do peixe podem ser adicionadas à panela. Quando o caldo retirado estiver frio, ponha em outra panela com farinha de mandioca. Misture, ligue o fogo e comece a adicionar mais caldo quente e mexa por até 15 minutos, até chegar a uma textura de papa mole.
Ingredientes:
2 postas de garoupa, cioba ou dourado
Sobras de peixe (cabeça, calda e espinha) para o caldo
Água
2 Tomates
1 Cebola grande
Cebola seca granulada
1 Pimentão
Coloral
Coentro
Cebolinha
Sal
Farinha (para o pirão)
A receita serve duas pessoas.
Modo de Preparo:
Coloque as sobras de peixe em uma panela grande junto com os tomates, a cebola e o coentro picados, a cebola seca, a cebolinha, o pimentão cortado em pedaços, um pouco de coloral, água e sal a gosto. Quando a mistura estiver fervendo é hora de separar 150 ml do caldo para iniciar o pirão mexido. Enquanto isto, as postas do peixe podem ser adicionadas à panela. Quando o caldo retirado estiver frio, ponha em outra panela com farinha de mandioca. Misture, ligue o fogo e comece a adicionar mais caldo quente e mexa por até 15 minutos, até chegar a uma textura de papa mole.
Peixada Catarinense
Receitas Salgadas
Peixada Catarinense
Ingredientes:
para 4 pessoas
•5 postas grandes de peixe de mar
•1 limo
•2 cebolas grandes
•2 dentes de alho
•2 tomates grandes, maduros e sem pele
•1/2 molho de coentros
•1/2 molho de salsa e cebolinha
•1 colher de ch de gro de coentro modo
•1 batata mdia, descascada e cozida em gua com 1/2 colher de sopa de sal
•1 xcara de ch de azeite de oliva
•farinha de mandioca o suficiente
•sal e pimenta-do-reino preta em gro a gosto
COMO PREPARAR :
Tempere as postas de peixe lavadas e escorridas com o suco de 2 limes e 1 colher (de sopa) rasa de sal.
Deixe tomar gosto por 30 minutos, na geladeira.
Em uma panela de barro grande, esfregue todo o interior da panela com o alho. Unte com xcara (de ch) de azeite de oliva.
Rale as cebolas, amasse os tomates como um pur e pique miudinho a salsa, a cebolinha e o coentro.
Misture tudo, tempere com o coentro modo, 1 colher (de ch) cheia de pimenta-do-reino moda na hora e molhe com a marinao de peixe e dos camares. Prove o sal.
Arrume na panela camadas alternadas de postas de peixe, camares grados e temperos misturados, finalizando com este ltimo.
Regue tudo com xcara (de ch) de azeite de oliva e leve ao fogo forte at que ferva. Abaixe o fogo para mdio, tampe a panela e cozinhe a peixada.
Quando as postas de peixe estiverem cozidas, porm firmes, apague o fogo.
Retire praticamente todo o caldo da peixada para outra panela. Complete com gua e sal a gosto, pois deve-se obter cerca de 1 litro de lquido.
Leve ao fogo brando e v misturando com a farinha de mandioca branca e crua, sem parar de mexer com colher de pau at obter um piro cozido e meio mole.
Bata bem com colher de pau para que fique fofo.
Sirva o piro bem quente numa travessa grande, cercado pelas batatas cozidas e apresente a peixada na prpria panela de barro em que foi preparada.
fonte: Eliane ResendE
Vitória - Espirito Santo
http://www.gastronomias.com/
Peixada Catarinense
Ingredientes:
para 4 pessoas
•5 postas grandes de peixe de mar
•1 limo
•2 cebolas grandes
•2 dentes de alho
•2 tomates grandes, maduros e sem pele
•1/2 molho de coentros
•1/2 molho de salsa e cebolinha
•1 colher de ch de gro de coentro modo
•1 batata mdia, descascada e cozida em gua com 1/2 colher de sopa de sal
•1 xcara de ch de azeite de oliva
•farinha de mandioca o suficiente
•sal e pimenta-do-reino preta em gro a gosto
COMO PREPARAR :
Tempere as postas de peixe lavadas e escorridas com o suco de 2 limes e 1 colher (de sopa) rasa de sal.
Deixe tomar gosto por 30 minutos, na geladeira.
Em uma panela de barro grande, esfregue todo o interior da panela com o alho. Unte com xcara (de ch) de azeite de oliva.
Rale as cebolas, amasse os tomates como um pur e pique miudinho a salsa, a cebolinha e o coentro.
Misture tudo, tempere com o coentro modo, 1 colher (de ch) cheia de pimenta-do-reino moda na hora e molhe com a marinao de peixe e dos camares. Prove o sal.
Arrume na panela camadas alternadas de postas de peixe, camares grados e temperos misturados, finalizando com este ltimo.
Regue tudo com xcara (de ch) de azeite de oliva e leve ao fogo forte at que ferva. Abaixe o fogo para mdio, tampe a panela e cozinhe a peixada.
Quando as postas de peixe estiverem cozidas, porm firmes, apague o fogo.
Retire praticamente todo o caldo da peixada para outra panela. Complete com gua e sal a gosto, pois deve-se obter cerca de 1 litro de lquido.
Leve ao fogo brando e v misturando com a farinha de mandioca branca e crua, sem parar de mexer com colher de pau at obter um piro cozido e meio mole.
Bata bem com colher de pau para que fique fofo.
Sirva o piro bem quente numa travessa grande, cercado pelas batatas cozidas e apresente a peixada na prpria panela de barro em que foi preparada.
fonte: Eliane ResendE
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